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Fórum Interinstitucional Permanente em Saúde do Piauí discute reabertura da Clínica de Pneumologia do HGV e a regulação de pacientes

Reunião do Fórum Interinstitucional Permanente em Saúde do Piauí discute reabertura da Clínica de Pneumologia do HGV e a regulação de pacientes do Estado e de Teresina

Na tarde desta quinta-feira (28), no plenário do Conselho Regional de Medicina do Piauí – CRM-PI, aconteceu a reunião mensal do Fórum Interinstitucional Permanente de Saúde do Estado do Piauí, entidade criada em 2015 que concentra várias instituições e entidades públicas e privadas que discutem e encaminham soluções para os vários problemas de saúde no Estado. Dois pontos de pauta foram definidos na reunião presidida pela presidente do CRM-PI, Drª Mírian Palha Dias Parente: o primeiro foi o problema do fechamento da clínica de pneumologia do Hospital Getúlio Vargas – HGV, desde o ano passado, e o segundo os problemas decorrentes dos atendimentos de pacientes que passam pelas centrais de Regulação de internação de pacientes tanto do Estado, quanto do município de Teresina.

Dra Tatiana da FMS falou sobre sobrecarga de trabalho no trabalho dos médicos e equipes de saúde no programa de doenças como a tuberculose. Já foi feito TAC, Sindicato dos Médicos, CRM-PI e Ministério Público Estadual. O Conselheiro do CRM-PI pneumologista, que trabalhou no serviço de prevenção e tratamento da tuberculose, Antonio de Deus, “quase 80 mil casos no Brasil e no Piauí mais de 700 casos notificados, fora os que não foram ainda notificados e é uma doença que não pode ser negligenciada pelo poder público e tem tratamento complexos que precisa de atenção e preocupa não haver médico clínico na Clínica de Pneumologia da HGV, que é a clínica de referência terciária do Estado para tratamento da doença”, destacou o Dr. Antonio de Deus.

Alderico – previsão janeiro 2020, reabrir a clínica de Pneumologia.
Fátima Garcês – por que o serviço acabou? Maio de 2018, encontrou a clínica parada por falta de incompatibilidade de carga horária dos médicos na parte ambulatorial e, segundo médicos presentes, além do atraso de pagamentos de salários. Segundo Garcês, na época, em 2018, o ambulatório foi fechado porque os médicos afirmaram indisponibilidade de tempo para ambulatório. CRM-PI fazer o acompanhamento da abertura a partir janeiro de 2020 para acompanhar a abertura dos serviços. Além disso, a deliberação foi para que a Sesapi informe ao Fórum sobre a abertura de concurso para médicos e outros profissionais de saúde tanto no HGV quanto para o Hospital Infantil Lucídio Portela, por meio de informações advindas da Secretaria Estadual de Administração.

Com relação à segunda pauta da reunião foi sobre a discussão dos problemas de falhas apontadas, inclusive por médicos que atendem na rede municipal de Teresina e do Estado e também um pedido do Ministério Público do Estado (MPE) sobre demora no tempo de regulação de pacientes, tanto na regulação feita pelo município de Teresina quanto na Central Estadual de Regulação, órgão vinculado à Sesapi. A presidente do CRM-PI e também do Fórum, Drª Mírian Palha Dias Parente, informou que é preciso que as duas centrais de regulação reduzam o tempo de espera, porque muitos desses pacientes são graves e precisam de atendimento com urgência. A gerente do Complexo de Regulação do Estado, Luciane Formiga, afirmou que muitas vezes a demora em fazer a regulação é a dificuldade de oferta na rede, ocasionado por alguns problemas, como falta de ofertas em algumas especialidades médicas, falta de leitos, especialmente quando os municípios não resolvem a resolutividade da oferta de serviços públicos, de forma a evitar que tenha fila de espera em Teresina, em hospitais como HUT, HGV, Hospital Infantil, entre outros. “Alguns municípios como Picos não têm ofertas de alguns serviços, o que dificulta a resolutividade. É preciso que a rede se organize e se atualize”, defende.

A FMS é responsável por toda regulação com relação à marcação de consultas e exames no município de Teresina. A FMS citou problemas enfrentados com a negação do Hospital São Marcos de realizar exame de biopsia para pacientes da rede, o que só vem sendo feita na capital pelo Hospital Universitário, onde também existem certas limitações, segundo criticou a vice-presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Piauí – COSEMS-PI, Leopoldina Cipriano. Segundo a diretora da regulação municipal, Maria Vitória Urbano, a FMS tem realizado muitos mutirões visando reduzir a demanda em várias áreas da saúde e que vem buscando, assim, minimizar a fila de espera.

 Entre os encaminhamentos, um deles foi solicitado pelo médico e prefeito do município de Cabeceiras, José Joaquim Carvalho, para que haja uma regulação dos pacientes que são atendidos nos mutirões, de forma que haja mais transparência sobre a lista dos pacientes selecionados para os mutirões. A deputada estadual Teresa Brito solicitou que o Estado faça investimentos na saúde dos municípios, pois assim, segundo ela, muitos problemas de fila de espera seriam sanados na rede.

Fonte: CRM-PI
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